Um dos queridinhos do mercado, o setor hoje vive um momento de queda e não tem, por enquanto, forças para se reerguer.

O mercado de construção civil sempre foi um dos principais setores econômicos para o Brasil, representando grande parcela de sua mão de obra e parte importante do PIB nacional. Liderado pelas grandes obras públicas o mercado representava um investimento alto e seguro.

Inserida no segmento, a Controlflex fornece às montadoras de máquinas diversas soluções em desempenho através do cabo de comando push-pull, tais como cabo Reversor, também chamado de Sistema Frente e Ré, Cabo de Acelerador, de Parada e de Freio de Estacionamento, garantindo sempre a qualidade e os padrões estabelecidos internacionalmente.

Menina dos olhos do Brasil por muito tempo, o setor vivia seu auge em 2012, quando a chamada bolha imobiliária tomava conta do território nacional. A oferta era grande e a procura maior ainda, os incentivos do governo abundantes e muitos foram os brasileiros que aproveitaram o período para realizar o sonho da casa própria.

Ainda assim essa realidade mudou, a crise política e econômica se expandiu a partir de 2014 e o setor foi um dos que mais sofreu desde então. Confira abaixo cinco provas da atual situação do mercado e do que se pode esperar para os próximos anos.

 

467,7 mil funcionários foram demitidos em um ano, de acordo com pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), feita em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ainda segundo o estudo as regiões que mais sofreram com as demissões foram o Norte (-2,5%) e o Nordeste (-1,01%).

TRABALHO

O PIB de construção civil registrou queda de 8% em 2015 segundo CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da construção). A estimativa para 2016, segundo José Ferraz Neto, presidente do SindusCon-SP Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, deve ficar em torno dos -5%.

PIB

Segundo o Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção o setor de máquinas para construção civil sofreu uma retração de 57,8% na comparação de 2015 com 2014. O principal fator da desaceleração do setor foi a redução dos investimentos públicos.

MAQUINAS

Entre janeiro e outubro de 2015 foram financiados 301,5 mil imóveis, 32,6% a menos em relação ao mesmo período de 2014, novamente segundo o estudo da CBIC. Os dados mostram que não só a oferta, mas a demanda por imóveis também caiu bastante.

IMOVEL

Por último, talvez o dado mais alarmante. 7 das 10 principais empreiteiras do país tiveram executivos ligados à Operação Lava Jato. Os escândalos só aumentam enquanto o mercado sofre para se reerguer.

OPERAÇÃO

Através desses cinco dados é possível perceber que a situação da construção civil no Brasil pode estar pior do que alguns imaginavam, mas sabe-se que este é um mercado que, com os corretos investimentos, pode se reerguer de maneira sustentável. Ainda assim é preciso ficar alerta, não espere por esse crescimento antes de 2017.