De acordo com os cálculos feitos pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil), o PIB do agronegócio irá crescer 0,9% neste ano. O que demonstra uma melhora no resultado esperado para o agronegócio.

Esse crescimento se deve, principalmente, devido à queda menos acentuada nos volumes e nos preços do segmento agroindustrial

 

Em relação ao agregado do agronegócio, a renda segue pressionada pelo movimento de preços desfavoráveis do setor, mesmo com o PIB em crescimento. E isso pode ser justificado através da crise econômica que afeta o país. Sendo assim, pode-se afirmar que o agronegócio sustenta a alta do PIB nacional, e isso se deve principalmente pelo forte crescimento na produção agrícola, onde produtores estão motivados em incorporar tecnologia para agregar valor à lavoura.

 

O peso do setor agrícola está sendo sentido no país inteiro, já que ele é o principal responsável pelo crescimento e recuperação da economia brasileira. Segundo economistas, sem o agronegócio, o PIB não teria crescido no primeiro semestre, como cresceu. O setor industrial, pelo contrário, apresentou um recuo de 4,8% nos últimos 12 meses, o que comprova a importância do mercado agrícola para a economia brasileira.

 

Vale ressaltar que este crescimento só foi possível devido ao avanço do setor em relação à tecnologia e formas de gestão, que foram imprescindíveis para que o setor saísse de resultados negativos, para se transformar em força motriz do PIB nacional.