Para os profissionais que trabalham com reposição de motopeças, o território brasileiro é um mercado farto de oportunidades. Há no Brasil um total de 13,12 milhões de motocicletas, de acordo com levantamento do sindicato da indústria de autopeças (Sindipeças). A frota de motos em si cresceu 170% em dez anos.

Com números tão expressivos, fica claro a importância de se estudar e conhecer o perfil do consumidor brasileiro interessado nesse segmento. Como há uma evidente dificuldade em reunir dados comportamentais e demográficos em um território tão vasto quanto é o brasileiro, os profissionais que trabalham nesse comércio se agarram à experiência própria – que diz respeito ao atendimento diário e contato com os principais clientes – além da busca de informações divulgadas na mídia.

Apesar do amplo conjunto de características demográficas disponíveis, é possível afunilar o perfil do consumidor motociclista brasileiro em alguns indicadores relevantes. A pesquisa do Datafolha de 2013, por exemplo, apontou alguns dados interessantes sobre o consumidor de motocicletas no Brasil. Entre os dados coletados está a revelação de que 40% dos donos de motocicletas realizaram a compra para substituir o transporte público. Na parcela de 19% estão aqueles que utilizam apenas para o lazer contra 16% dos usuários que compraram a moto para servir como instrumento de trabalho. Apenas 10% alegou adquirir uma motocicleta para substituir o carro.

O levantamento do Datafolha confirmou que o público continua a ser majoritariamente masculino (75%), e ainda ajudou a indicar a faixa etária dos motociclistas no Brasil. Confira a relação:

40% – De 21 a 35 anos

28% – Mais de 40 anos

25% – De 36 a 40 anos

7% – Até 20 anos

O estudo da Serasa Experian, divulgado em 2014, revelou também que jovens brasileiros provenientes da periferia são os maiores compradores de carros e motos do país. O estudo considerou 11 grandes grupos para definir a sociedade brasileira – resultando em 40 subgrupos –  e identificou que o grupo “Jovens Adultos da Periferia” é responsável por 21,7% do total de consultas de crédito para realizar a compra do veículo.

Com investimentos em pesquisas e novas tecnologias, a Controlflex, como indústria (OEM), busca projetar e desenvolver os melhores sistemas e cabos de acionamento mecânico do mercado, e como importadora (Aftermarket), realizar a importação e comercialização de peças para motocicletas buscando sempre atender as necessidades dos clientes.